O Profeta Diário - 1/03/2011

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Hoje, teremos aqui no Profeta Diário, a Grande Entrevista [sim grande em tamanho e em conteúdo]) feita por mim ao Director e Professor Sir Shun Vaschetto. Saliento que a entrevista enquadra-se em âmbito pessoal e profissional do entrevistado e não houve quaisquer desvios nos conteúdos falados.

Breve Referências Biográficas

-Nome: Sir Shun Vaschetto
-Idade: 26 anos
-Nasceu a: 30.01.1985
-Profissão Actual: Director e Professor da Academia de Magia de Portugal








> Para quem ainda nao o conhece, em poucas palavras, poderia-me dizer quem realmente é Sir Shun Vaschetto?
- Sir Shun Vaschetto é um simples director e professor de uma academia de magia em Portugal. Nasceu no Reino Unido, mas cedo viajou pelo Mundo e actualmente vive em Portugal. No passado foi auror e recebeu o titulo de "Sir" por ter protegido o seu país. Lecciona as disciplinas de DCAT, Poções, Transfiguração e Voo/Quidditch na Acadmemia Portuguesa de Magia.
 É um ferveroso chefe de equipa de Gryffindor e um apaixonado por duelos e jogos de Quidditch. Adora coleccionar objectos importantes e tem muito orgulho em todas as suas conquistas.

> Segundo sei, conquistou no seu 7º ano o Torneio dos Três Feiticeiros. Como o conseguiu? 
- As suas fontes são óptimas. É verdade que conquistei o torneio. Foi necessário imenso trabalho e empenho, mas com a ajuda de todos os meus colegas e professores foi possível vencer.

> Considera-se um génio?
- Um génio? Bem, já mo perguntaram imensas vezes... Sou apenas dedicado àquilo que faço e quando faço algo quero que seja bem feito. Eu apostaria no perfeccionista, mas cada um poderá tirar as suas ilações.

> Também apresenta grandes glorias no desporto de Quidditch. Tem algum truque para ser considerado o melhor?
- Ter talento para algo não é tudo. Existem imensos jogadores com potencial... O que me distingue dos outros é o trabalho. Quando quero algo, faço tudo o que puder para consegui-lo... E, normalmente, consigo-o. É esse o meu "truque".

> Tem noção que por vezes pode ser invejado. O que pensa sobre isso?
- Esse tipo de coisas não me assusta. A minha vida ensinou-me a defender-me disso. Lido com a inveja há tanto tempo que simplesmente tornou-se um dado adquirido, não me incomoda... Se a inveja é uma consequência natural de ser quem sou, simplesmente não me importo. Consigo abstrair-me desse tipo de coisas, mas confesso que já perdi pessoas com quem me importava por causa disso.

> Tem mais algum objectivo de vida que ainda não o tenha concretizado?
-Sim... Quando deixar de ter objectivos de vida, não terei razões para viver

> Que tipo de actividades, fora do campo profissional, gosta de fazer?
- Sou um pouco workaholic, logo não tenho muito tempo para outras actividades. Apesar disso, gosto de ler, ir à praia, estar com os meus amigos, entre outras coisas

> A nível profissional, tem existido imensas referências a seu respeito. Do seu profissionalismo, dedicação, para com a Academia é notável. Acha que é um pilar importante para o funcionamento da academia?
- Sinto-me um membro importante. Não mais importante do que qualquer outro. Apenas e só, um membro dedicado àquilo que faz e que quer sempre fazer melhor. Para uma academia funcionar são necessários professores, funcionários e alunos e eu, apesar de todas as minhas tarefas, não sou mais do qualquer um deles. A prova disso, é que a academia sobreviveria sem mim. Ninguém é insubstituível!

> Em que condições conseguiu entrar para a Academia de Magia?
- Depois de ter deixado Academia Italiana de Magia, vagueei pelo Mundo. Fui depois convidado pelo Andrew para integrar a Academia Portuguesa de Magia, onde comecei, na antiga, por leccionar Voo/Quidditch. Depois com a reconstrução, fui convidado para director e assumir mais 3 disciplinas com o passar do tempo.

> Como caracteriza o seu papel na Direcção da Academia?
- Tenho um papel preponderante, mas não mais importante do que o do Andrew. Trabalhamos em equipa e entendemo-nos perfeitamente. Como sabem, sou responsável por diversas tarefas, mas nenhuma delas infalível e todas dignas de crítica.

> Porque razão o levou a seguir o ensino, como profissão, até ao momento?
- Bem, depois de ter sido Auror e, após a queda de Voldemort, achei por bem dedicar-me a uma paixão antiga: a arte de ensinar. Dá-me imenso prazer poder "criar" novos feiticeiros e ver a sua evolução. Corrigir testes, trabalhos e tpc's alimentam o meu dia e satisfazem-me!

> Qual é o tipo de ambiente que tem entre os elementos da Direcção? E os outros elementos do Forum?
- Temos todos uma boa relação. Existe um bom entendimento, mas por vezes existem conflitos. Esses conflitos são naturais e são imediatamente resolvidos. Existe ainda uma boa relação Professor-Aluno, o que permite uma maior capacidade de ensino na academia.

> Acha que o Forum é um sucesso?
- Somos um sucesso desde o dia em que atingimos o nosso grande objectivo, que era conseguir ter alunos num 2º ano. É óbvio que ainda podemos fazer muitas mais coisas, mas ninguém nos poderá retirar aquilo que já conquistamos.

Faria mais alteração regulamentar para o tornar ainda melhor?
- É óbvio que se fosse director uno e supremo existiriam alterações, mas nada de altamente relevante. Apenas limaria algumas arestas. O Andrew e eu temos visões diferentes do Mundo e a academia é baseada num consenso entre os dois. Temos uma óptima relação e cooperamos da melhor forma.

> Acha que sozinho conseguiria gerir um forum/academia com grandes dimensões como este?
- Bem, penso que sim. Tenho uma óptima capacidade de trabalho e já o fiz na Academia Italiana de Magia. É árduo e desgastante, mas também é recompensador. Apesar de tudo, gosto muito mais de todo este processo de equipa. Sinceramente, penso a academia, neste momento, tem uma óptima equipa e não prescindiria dela.

> Ter muitas disciplinas para leccionar deve ser um grande fardo para si. Nunca pensou em desistir de alguma delas?
- Quando aceito um desafio, cumpro-o até ao fim. Por muito nefastas que as consequências sejam, desistir não faz parte do meu vocabulário. Adoro incondicionalmente as minhas 4 disciplinas. Dão-me imenso prazer e não pretendo prescindir de alguma delas no futuro. Posso afirmar que sinto um sortudo por poder leccionar estas 4 disciplinas e assim poder transmitir os conhecimentos de áreas que adoro aos meus queridos alunos.

> Por vezes a falta de alunos é constante na Academia. Na sua opinião, porque razão isso acontece?
- A falta de interesse que os jovens têm pelo mundo do ensino é enorme. É óbvio que o nosso público-alvo é reduzido. Para além disso, ainda não conseguimos chegar a toda a gente, mas se isso acontecesse poderíamos ter mais e melhores alunos. Os nossos altos padrões de exigência também contribuem para isso. Não nos limitamos a brincar com as aulas. Nós procuramos transmitir os conhecimentos de uma forma mais realista, mais séria. Existem ainda momentos de diversão. É uma questão de gestão de tempo.

> Segundo as minhas fontes, rigor é o que pede aos seus funcionários. Acha que por vezes é mal interpretado quando exige de mais?
- Já fui diversas vezes mal interpretado, mas simplesmente não me importo com isso. Exijo o máximo das pessoas! Só assim se cria verdadeira dedicação e é permitida uma evolução das competências de cada um. Quem não consegue, fica para trás e é despedido. Parece uma atitude incorrecta? Até poderá ser, mas só assim se garante mais qualidade no trabalho que desempenhamos.

> No que toca a alunos. Sei que é um professor muito exigente. Considera que "ser exigente" pode ser factor para assustar os seus alunos? Sabe o que eles pensam sobre os seus métodos de ensino?
- Tal como exijo muito dos funcionários, dos alunos também exijo bastante. Se não for exigente com eles, será que eles aprendem alguma coisa? Aprendem que sem empenho conseguem ultrapassar obstáculos. É isto que eu não quero. Dedicação modesta e desempenho mediano são inaceitáveis para mim! Eu quero o máximo de cada um. Penso que os alunos que realmente percebem o que fazem aqui, gostam dos meus métodos de ensino. Os outros... têm de se habituar.

> Futuramente tem projectos novos?
- Como é público e todos sabem, tenho recebido inúmeros convites da Academia Italiana de Magia para regressar. Apesar de tudo, neste momento, apenas me vejo aqui, na Academia Portuguesa de Magia. Não pretendo voltar ao Quidditch e nem à tarefa de auror. O ensino é a minha vocação e a minha "casa" é Gryffindor!

> A entrevista chega ao fim. Muito Obrigado!
- Agradeço por me terem convidado para ser o primeiro entrevistado. Espero que os leitores gostem e que esta entrevista contribua para uma maior aproximação entre todos os membros da academia.

 
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